World’s First Cell Phone
World’s First Cell Phone. Na Popular Science em julho de 1973! Via Modern Mechanix.
André Lemos, Escritor, Professor Titular da Faculdade de Comunicação da UFBA, Pesquisador 1A do CNPq. Carnet online desde 2001.

World’s First Cell Phone. Na Popular Science em julho de 1973! Via Modern Mechanix.
Graffiti Research Lab Vídeo sobre as ações do “Graffiti Research Lab” que usa tecnologias digitais e leds para interferir no espaço público, levando a arte do graffiti a outros patamares. Vejam o vídeo abaixo (via Boing Boing)
Hypermobility Livro, “Nouvelles technologies du soi, mobilités et (co-)constructions identitaires”, discute hipermobilidade, subjetividade e construções identitárias. Em post recente Yaz informa que Maffesoli escreverá também no livro. Ele deverá ser publicado no outono de 2009 (Via Neo-nomad.net . Sinopsis: “L’hypermobilité physique comme virtuelle qui touche les individus contemporains conduit à Leia mais… »
Controlled Mobility Post do New Mobilities informa sobre envio de informações de carros na GB direto para os EUA. Sociedade de controle em expansão: “The UK newspaper The Telegraph has a worrying article about how private data taken by roadside cameras in the UK may be sent abroad, specifically to Leia mais… »
Upgrade! São Paulo Upgrade São Paulo apresenta o trabalho de Luisa Paraguai Donati sobre mobilidade e computadores vestíveis. O evento, COMPUTADORES VESTÍVEIS: ESPACIALIDADE, EXPERIÊNCIA SENSÓRIA, MEDIAÇÃO, com palestra, será dia 26 de abril no i-people. Descrição: “A pesquisa atual de Luisa procura refletir sobre as tecnologias móveis e diversos objetos/gadgets, Leia mais… »
Maps Para ajudar a pensar os processos atuais de produção de mapas em meio ao desenvolvimento de projetos com mídias locativas (anotações, mobs, location-based games, geotags – todos dependentes de mapas!), deixo abaixo algumas citações para lembrar a materialidade dos mapas e para observarmos o que está subjascente. Como mostramos Leia mais… »
Sydney mapping Interessante mix de realidades em Sidney onde mapas impressos são colocados (presos em lugares públicos) a disposição para exercícios de psico-geografia em áreas de Sydney. Impressões são enviadas por email. Ressalto aqui o uso de mídias analógicas (e e-mail a posteriori) como um exemplo de mídias locativas. Vejam Leia mais… »
Silent Disco Em Melbourne, Austrália em 2007. Vejam vídeo aqui Silent Disco é uma festa (experiência e performance sonora) onde os participantes usam headphone sem fio e dançam juntos, mas cada um com seu som, ocupando um espaço (público) em uma festa dançante e silenciosa (obrigado Claudio Manoel). Os primeiros Leia mais… »
Maps and Non-Places Em relação ao último post, acabo de ler uma passagem que pode nos ajudar a pensar os mapas como “não-lugares”, compreendendo aí lugares que “perdem sentido”. O texto de Richard Coyne e Martin Parker, “Voices out of Place. Voice, non-place and Ubiquitous Digital Communication” (em Nyíri, “Mobile Leia mais… »
Mapa de Crimes “ O uso de mapas e a produção de conteúdo livre associado têm sido duas das principais características das mídias locativas. Mapas são meios de comunicação potentes hoje e, na mesma tendência das mídias contemporâneas, eles têm passado de mídias de função massiva (produzido por poucos e Leia mais… »