Category: Montreal

Pervasive Game and Wi-Fi Montreal

By André, 07/11/2008 1:04 pm

Pervasive Game and Wi-Fi Montreal

Post do Delapierre Jerome Cart360 apresenta o game “Catch Me if You Can” no velho porto de Montreal, que agora tem uma rede Wi-Max em toda a área do velho porto. Vejam o vídeo do jogo, que utiliza Skype e webcams, a descrição e o mapa da zona Wi-Max abaixo:

Sobre o Game:

(…) In other word, we aim to create an experience that illustrates the quality of spaces covered of virtual reality. (Why this internet coffee where we are writing is different from any other coffee on the street?) As both spaces exist and no one would like to renounce the opportunities of the web and it communication possibilities, the web is going mobile through large wifi installations. This gives space for activities outside while making full use of the virtual environment. Moreover people have to get a feeling for having both realities at one time and to find a way of using them. By making full use of the large free wifi band located at the Montreal Old Port, an opportunity is given to explore an early example of doubling reality in their geography location. To dress the links between the two, this experiment aim to make your physical location having an impact on your virtual universe and vice versa. Using a man hunter game setup, real acting can easily be shared over the virtual space and create the connection between player localization and their actions in virtual spaces. A person only needs a headset and a webcam and others can follow her via the web. Having this addition point of view the people on the Internet can feedback, in a conversation format, to the real space. The person who is informed about several locations at one moment is able to combine this information to it’s real sensing of places.(…)”.

(…) The game consists of two teams of participants all connected over one or few video chat software. Each Team designates a player who will act as the person in charge of the communication. These players are not running on the field and install their stations on a spot where they can provide information to the member of their team. They are the only ones who know where are the hunters as well as the escapers and they are the only ones able to communicate (describing) the location of the enemy to their team-mates. Even if the hunters/escapers take care of their own space sensing, the two game monitors (one for each team) provide an extra orientation fundamental to the game organisation and the essential strategy tool to ensure victory.(…)”

A Free WiFi network on 1.2 Km in a park

“Montreal will soon become the first Canadian city to deliver wireless Internet and mobile IP telephony to residents. A new WiMAX based Wi-Fi network is being deployed across the metropolitan area thanks to a joint venture between two Quebec-based businesses: independent Internet service provider Radioactif.com(TM) and Nomade Télécom, wireless network installer and operator. The mission of this joint venture is to create an alternative to large Internet service and IP telephony providers by offering quality services at the best possible prices. ‘For less than $30 per month, Montreal residents will soon be able to have wireless Internet access and IP telephone service almost everywhere on the island,’ explained Daniel Robichaud, President of Radioactif.com. (…)”

Locative Media and Pictures of the Day

By André, 20/08/2008 4:29 pm

Locative Media and Pictures of the Day

Estou lendo alguns artigos e em breve faço alguns comentários aqui. Os que estou lendo agora são: “New Maps for Old? The cultural Stakes of 2.0″, de Caroline Basset, publicado na Fibre Culture, #13, e o “The Internet of Things. A critique of ambient technology and all-seeing network”, de Rob van Kranenburg, da Waag Society, Holanda, que me foi enviado pelo próprio, ainda a ser publicado (o Felipe Fonseca, efeefe, é citado pelos trabalhos nos Pontos de Cultura, no Metareciclagem e no Descentro).

Enquanto leio e vejo que comentários fazer, seguem algumas fotos feitas ontem pelo Parc La Fontaine, Montreal.

Locative Media?


Mídia locativa analógica? Seta indicando direção de lugar nenhum sem nenhuma explicação aparente!

“Há, no entanto, mídias locativas analógicas. Podemos dizer que uma placa informando que um determinado lugar é uma pizzaria, um hotel ou uma loja de departamentos pode ser considerada uma mídia locativa. Ela contém informação agregada a uma localidade. Mas, a informação é estática, não sensitiva (…) . Ela não é “smart”, isto é, não processa informação, não sabe quando foi vista, nem por quem, nem para que uso. No caso das mídias locativas digitais, esse mesmo painel ou letreiro, enviaria informações digitais por redes sem fio para dispositivos móveis. Essa informação poderia ser indexada a outras (websites, comentários de usuários), identificando o usuário e promovendo ações efetivas, presentes e futuras (…)” (Mídia Locativa e Território Informacional)

“Tout le malheur des hommes vient d’une seule chose, qui est de ne savoir pas demeurer en repos, dans une chambre.”
Pascal


“Une Saison a Venice”, de Wtodzimierz Odojewski, Les Alusifs, Québec, 2006

Simulacro!


Árvore no Poste e Árvores

Picture of the Day – Storm

By André, 19/08/2008 1:09 am

Picture of the day – Storm


Storm’s coming!

Pictures the Day

By André, 17/08/2008 6:49 pm

Pictures of the Day

From the Streets of Montreal…

QR Code no Museu de Arte Contemporânea.


“Informational Mobility” – Cellphone -> QRCode -> Web

Câmera de vigilância sobre a Place des Arts


Water Surveillance

Mobile Art!


“Art is not the architecture of reality. Art is the anatomy of the invisible!”

Identite

By André, 12/08/2008 6:29 pm

Identité

Esse projeto faz parte de uma trilogia que preparo sobre escritas com GPS (ou “GPS Writing”) nas cidades em que morei entre setembro de 2007 a setembro de 2008. O primeiro projeto foi o SURVIVALL, escrita com GPS tracker de carro em 40 KM de Edmonton, no Oeste do Canadá durante o inverno de 2007-2008. O carro é o meio de locomoção por execelência em Edmonton e a palavra “Survival”, foi modificada para criar um jogo de sentidos. Survivall surgiu a partir do livro Survival de M. Atwood que argumenta ser essa a questão que perpassa toda a literatura canadense. Vejam o site para mais detalhes

No atual trabalho, escrevo, de bicicleta em 14 km, e de uma só vez (ou seja sem parar e em um único arquivo .gpx), a palavra “Identité”, questão central no Canadá, mas particularmente forte em Montreal e em toda a região do Québec. Lugar de fundação do país, dominado por franceses, depois ingleses e depois franceses de novo, o multiculturalismo está presente e a tensão entre anglófonos e francófonos ainda permanece. Acho que essa região é que dá a tensão e a identidade canadense, além da única possibilidade de não se dissolver no vizinho do sul (os EUA). Montreal talvez seja a mais interessante cidade do Canadá, justamente pela questão/tensão identitária. A bicicleta é o instrumento de locomoção mais interessante (que uso diariamente) aqui e a palavra só poderia mesmo ser escrita em francês.

A terceira escrita com GPS será feita em Salvador, Bahia, Brazil em setembro de 2008.

Essas “escritas” estão inseridas no meu projeto de pesquisa sobre as tecnologias móveis, comunicação e espaço urbano (me interesso particularmente aqui pela invisibilidade dos processos subjetivos e pela relação pessoal com o espaço urbano – tornando-se depois, no mapa e na web, público e visível), que o leitor pode ver mais detalhes no meu Carnet de Notes. Usei o Wintec GPS Tracker, uma câmera de 8 MP Kodak, o programa “myTracks”, para exportar o arquivo do GPS, e o “Quikmaps” para gerar o mapa digital na web.

Graffiti and street

By André, 10/08/2008 8:50 pm

Graffiti and Street

Domingo de sol e entre uma leitura e outra, dirigo meu olhar para a cidade e tento também lê-la. No meio da rua, na McGill College, Then and Now, uma exposição de fotos do século XIX dialogando com outras atuais, iniciativa da Concordia University, com apoio do McCord Museum.


Homeless escrevendo e calculando!

Vejo um “homeless”, cercado de sacos plásticos, uma calculadora e um bloco escrevendo compulsivamente. Depois, na esquina vejo marcas explícitas no chão, contra o desmatamento. Paro para almoçar no Comensal, restô natureba e a kilo (dica do Pierre Lévy, com quem fui a um mês atrás).


Marcas contra o desmatamento

Na sequência fui ver o festival internacional de Graffiti, Under Pressure, na Saint Laurent, no Quartier des Spectacles. Muita gente e a cultura hip hop a toda (graffiti, break, rap).


Graffiti no pátio atrás do Founfoun Electrique

E agora, para terminar, estou no Parc La Fontaine, na conexão aberta do projeto Ile sans Fil, onde já postei sobre os novos significados do lugar com a possibilidade de conexão aberta e a criação de um novo território (informacional) em meio às diversas outras formas de territorialização.


símbolo de redes sem fio? Ou são meus olhos?


Tattos no corpo todo – 100% segundo o prórpio – No Under Pressure

Fotos, marcas, grafftis, todas expressões urbanas que visam criar um enraizamento social, comunitário, seja pelo prazer solitário da escrita (o homeless), seja pela memória imagética (as fotos), seja pelos desenhos no protesto ambiental (as marcas no chão), seja pela escrita urbana dos graffitis (junto com skate e muito hip hop) ou no corpo tatuado.

Por incrível que pareça, o domingão foi salvo!

Ciberflanerie

By André, 10/08/2008 4:04 pm

Ciberflânerie

Mais uma Ciberflânerie pelo lado oeste de Montreal…

Picture of the Day

By André, 10/08/2008 3:18 pm

Picture of the Day


Bike, city, maps: the map is the territory!
Montreal, “La Maison des Cyclistes“, near Parc La Fontaine

Picture and Video of the day

By André, 07/08/2008 3:33 pm

Picture and Video of the Day


Ontem no show do Radiohead, Montreal


Pedaços de clips…

Ciberflanerie

By André, 05/08/2008 3:09 am

Cyberflânerie

Mais riscos invisíveis com GPS em Ciberflanerie

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