“Google is the most popular site on the world wide web. Since Larry Page and Sergey Brin opened the Menlo Park doors of their corporate office in 1998, Google has grown to be much more than just the defacto information search utility for the web. Beyond having over 150 domains, dozens of web, browser and desktop apps, a number of the most popular sites on the web (like YouTube), partnerships with multimedia conglomerates and multinational telecoms, one spy satellite and a mysterious network of telecommunication infrastructure, Google has become a new word in the international lexicon. I Googled it. ????. Je l’ai googlelé. Jeg googlede det. ????? Eu Googled isso. Ich hab’s gegoogled. ??? googled ??. Yo googleo.
Google, Ergo Sum.”
“an organization dedicated to enriching the public domain through the research and development of creative technologies and media. The entire FAT network of artists, engineers, scientists, lawyers, musicians and Bornas are committed to supporting open values and the public domain through the use of emerging open licenses, support for open entrepreneurship and the admonishment of secrecy, copyright monopolies and patents.”
Abaixo um vídeo muito legal sobre as diversas ações na semana do “fuck google”. Interesse particular na parte que mostra como fazer um falso “Google street view car”!
Interessante vídeo da CBC, Canadá, no Doc Zone : CBC-TV. Longo mas vale a pena. No vídeo, “Cell Phones: The Ring Heard Around the World”:
“viewers will see the dramatic rescue of a woman whose cell phone saved her life, an interview with the inventor of the cell phone camera, and will meet Sir Richard Branson, founder of the Virgin Group, who claims the cell phone can be used for almost everything, except making love. This compelling documentary takes viewers on a journey through cell phone culture, showcasing its numerous functions around the world from Japan to India.” (via Midias Móveis)
Tenho tentado construir dois conceitos referindo-os às novas funções midiáticas das m;idias digitais, as funções pós-massivas, e a fusão do espaço eletrônico com o espaço físico nessa fase em que o ciberespaço pinga nas coisas (Russel), os territórios informacionais.
Abaixo dois vídeos para reforçar as minha hipoóteses. O primeiro vídeo mostra com outro nome o que venho chamando de funções pós-massivas das mídias digitais. Vejam o vídeo de Bud Caddell: Digital Media isn’t Mass Media for Cheap
O segundo vídeo de Bruce Branit, mostra com o espaço virtual está fundindo-se ao espaço físico, ou como estamos vendo a emergência do que chamo de territórios informacionais na era da “download” do ciberespaço. Vejam o World Builder Short Movie abaixo:
Tenho discutido e citado alguns projetos em meus últimos artigos e nas disciplinas que venho oferecendo sobre o tema. No blog da disciplina para a graduação em Comunicação da Facom/UFBa, Mídia Locativa vocês podem ver um conjunto de vídeos de projetos que usam tecnologias e serviços de localização, Temos aqui exemplos da minha tipologa para as mídias locativas (anotações urbanas, mobile social networking, mapas e geolocalização, smart/flash mobs, games de localização), para os mais distintos fins: lúdico, comunitário, jornalistico, ficção narrativa, arte urbana, redes sociais… Vejam os vídeos e tirem suas conclusões. Vou adicionando mais no decorrer da disciplina.
Vídeo sobre as possibilidades do Google Maps. Meio publicitário mas mostra as potências não só de produção de conteúdo mas também de vigilância e monitoramento (o que pode-se ler nas “entre-linhas” do vídeo). Via mirá:
Hoje, para quem está no Brasil, é possível conhecer um pouco mais sobre o Grupo de Pesquisa em Cibercidade, GPC (Ciberpesquisa/Facom/UFBa), criado em 2000 e o primeiro no país sobre a relação entre as cidades e novas tecnologias de comunicação (via JORNALISMO MÓVEL). O GPC está centrado hoje na análise dos aspectos sociais, comunicacionais e estéticos das dispositivos e redes digitais móveis (celular, RFID, Wi-Fi, Bluetooth…). A TV Globo passa matérias sobre o grupo hoje, na Globo News e no Globo Universidade.
Stay tuned!
“No próximo sábado, às 7h15 da manhã na TV Globo e às 13h05 na Globo News, pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Cibercidades – GPC da UFBA (André Lemos, Macello Medeiros, Karla Brunet e Fernando Firmino) participarão do programa Globo Universidade. A edição do programa abordará as pesquisas sobre cibercultura e tecnologias móveis desenvolvidas pelo Grupo.
O programa
O programa Globo Universidade estreou em abril deste ano com o objetivo de mostrar as inovações no ensino e pesquisa das universidades brasileiras e do exterior. É apresentado todos os sábados na TV Globo, às 7h15, e às 13h05, na Globo News, com reprises na quarta-feira no Canal Futura às 16h30. As edições do programa também ficam disponíveis na íntegra no site do Globo Universidade (http://globouniversidade.globo.com/).”
Vídeo com Kevin Lynch explicando sua metodologia para compreender um espaço urbano. Lynch escreveu o clássico “The Image of The City”, de 1960 analisando Boston, LA e Jersey. No vídeo vemos Lynch explicando os 5 conceitos fundamentais: “path, edges, nodes, districts, landmarks”. Vejam que a tipologia é a partir de entidades visíveis e, embora seja útil, parace incompleta para pensar as metrópoles na era da informação. Acho que, para compreender a relação entre cidade e mídia, deveríamos talvez pensar uma outra categoria adicional: “fluxo”, ou seja, como e em que redes flui a comunicação humana nesses espaços. (Via Neo-nomad.net)
Post do Jornalismo & Internet da Beatriz Ribas mostra vídeo com uma criança de 2 anos ensinando como se usa um iPhone aos marmanjos…Interface intuitiva é isso aí…Ela liga, passa e acha fotos, busca um vídeo e diz que esta fazendo “download”!