Ficar só para viver junto.

Meu texto publicado hoje no caderno especial do Correio* sobre o Fronteiras do Pensamento (clique na imagem para ampliar). O tema do evento é “Como viver juntos”. O caderno foi oferecido apenas a assinantes, mas será distribuído no evento, na terça dia 12/05, próxima terça. Terei a honra de ser o debatedor do primeiro evento da série com o sociólogo espanhol Manuel Castells.

Ficar so para viver junto

II Seminário Nacional de Epistemologia da Comunicação

Participo a convite da Profa. Maria Immacolata do II Seminário Nacional de Epistemologia da Comunicação. Os objetivos são:

“Reunir pesquisadores brasileiros que são reconhecidos por seus trabalhos autorais de epistemologia da comunicação.
Solicitar a cada expositor um paper autorreflexivo de sua trajetória de estudo epistemológico da comunicação.
Realizar debates entre os autores e o público, principalmente de pós-graduação.
Fazer uma publicação dos textos apresentados.”

O tema da minha fala será: “Da Engenharia à Comunicação. Traduções e Mediações para compreender a Técnica e a Comunicação na Cultura Contemporânea“.

Abaixo a programação:

Realização: ECA/USP e PPGCOM/USP

30.03.2015 – das 9 às 18h30

9h – Abertura com a presença da Diretora da ECA; Coordenadora do seminário; Pró-Reitores de Pós-Graduação, de Pesquisa, de Cultura e Extensão da USP; Presidente da CPG-ECA; Coordenador do PPGCOM-USP; Representantes de Área na CAPES, CNPq e FAPESP.

O seminário será desenvolvido em duas sessões, manhã e tarde, em 4 mesas temáticas, cada uma com 3 expositores, seguidas por debates.

9h30 às 11h00
Mesa 1: Percursos epistemológicos nas novas mídias
Moderadora: Elizabeth Saad – Universidade de São Paulo (USP)
Expositores:

André Lemos – Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Francisco Rüdiger – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Lúcia Santaella – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP)
Debates
Intervalo – 11h00 às 11h15

11h15 às 12h45
Mesa 2: Tradições epistemológicas do campo da Comunicação: três percursos
Moderador: Eneus Trindade – Universidade de São Paulo (USP)
Expositores:

Antonio Fausto Neto – Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
José Marques de Melo – Universidade Metodista de São Paulo (UMESP)
Muniz Sodré – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Debates
Almoço – 12h45 às 14h30

14h30 às 16h
Mesa 3: Percursos epistemológicos contemporâneos na Comunicação
Moderador: Massimo Di Felice – Universidade de São Paulo (USP)
Expositores:

Ciro Marcondes Filho – Universidade de São Paulo (USP)
José Luiz Braga – Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
Lucrecia D’Alessio Ferrara – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP)
Debates
Intervalo – 16h00 às 16h15

16h15 às 18h30
Mesa 4: Percursos epistemológicos da pesquisa empírica na Comunicação
Moderadora: Roseli Fígaro – Universidade de São Paulo (USP)
Expositores:

Luiz Claudio Martino – Universidade de Brasília (UNB)
Maria Immacolata Vassallo de Lopes – Universidade de São Paulo (USP)
Vera França – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Debates
Encerramento

UFMG

Na próxima quarta participo da semana de abertura do semestre no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFMG, convidado pelo Carlos d’Andrea. Será um prazer encontrar os colegas da UFMG e falar de TAR, Comunicação e novos objetos comunicacionais.

Leituras

Férias terminando e leituras em andamento e contando…Mas nada de não-ficção, pois a vida é curta.

Terminei, ainda vindo de 2014, “Por um outro amor” de Knausgard. Espero agora ansioso o terceiro volume da trilogia para continuar a leitura em português, mas se demorar muito a sair, vou para o inglês. Gosto muito do texto e da crua sinceridade do autor.

Comecei 2015 com vários e bons livros: Kundera (“A festa da insignificância”), Modiano (“Uma rua de Roma”), Murakami (“O incolor Tsukuru Tazaki…”, “Caçando Carneiro”, “A strange library”), McEwan (“A balada de Adam Henry”), Joyce (“Dubliners”). Todos finalizados. Estou terminando a leitura agora do Pamuk (“Museu da inocência”) e do Shteyngart (“Super sad true love story”). Todos excelentes e recomendo a leitura. Gosto particularmente do Murakami (mestre dos mundos paralelos), do McEwan (um livro forte e perturbador), do Pamuk (“Neve” é fantástico) e do Modiano (sempre buscando se encontrar). Kundera estaria no fim da fila dessa lista, mas a atmosfera parisiense do livro me traz sempre lembranças motivadoras, e ele é um bom narrador. O Shteyngart é divertido e veloz, mas preciso acabar a leitura para saber se gosto ou se é apenas interessante. Com exceção do Kundera, todos esses livros foram (ou estão) sendo lidos no Kindle.

Agora a tarde, depois de resolver um problema no SAC, passeando pela livraria do shopping, não resisti e comprei mais seis novos livros. Espero em breve (logo após finalizar esse post!) me lançar n'”A origem do mundo” de Jorge Edwards, nos “Acontecimentos na irrealidade imediata” de Max Blecher, no “Vermelho Amargo” de Bartolomeu Campos de Queiróz, no “Noturno Indiano”, de Antonio Tabucchi, na “Mudança” de Mo Yan e na “A vida privada das árvores”, de Alejandro Zambra. Farei um delicioso, espero, passeio pela literatura mundial (chilena, romena, mineira, italiana e chinesa). Mas agora, todos os livros são impressos.

Comprei todos impressos em uma promoção. Não pelo valor, já que se comprasse a versão e-book para Kindle de cada um deles sairia ainda mais barato. Resolvi equilibrar a leitura e voltar a ler em papel. Mas é incrível. Todos os livros têm versão para Kindle e todos são um pouco mais baratos do que os impressos em promoção (em promoção!). Se não estivessem em promoção, não compraria as versões impressas. A leitura no Kindle é muito confortável e, sendo mais barato, só o apego ao papel poderia fazer alguém evitar a compra digital. Não é o meu caso. Há uma crise e se o mercado editorial não ajustar os preços, vão perder a batalha e os impressos desaparecerão.

Why I Am Not a Maker: tech culture celebrates creation, ignoring those who teach, criticize and support | Atlantic

Every once in a while, I am asked what I “make.” A hack day might require it, or a conference might ask me to describe “what I make” so it can go on my name tag. I’m always uncomfortable with it. I’m uncomfortable with any culture that encourages you take on an entire identity, rather than to express a facet of your own identity (“maker,” rather than “someone who makes things”). But I have much deeper concerns. An identity built around making things—of being “a maker”—pervades technology culture. There’s a widespread idea that “People who make things are simply different [read: better] than those who don’t.”

Source: www.theatlantic.com

I’m an engineer, bur I’m not a maker!

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The truth about smart cities: ‘In the end, they will destroy democracy’

 

The smart city is, to many urban thinkers, just a buzzphrase that has outlived its usefulness: ‘the wrong idea pitched in the wrong way to the wrong people’. So why did that happen – and what’s coming in its place, asks Steven Poole

Source: www.theguardian.com

“Why do smart cities offer only improvement?” asks the architect Rem Koolhaas. “Where is the possibility of transgression?””

Sure, but transgression is not programmable!

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