Banksy

Global Warming

Feliz Natal


A new Banksy piece near the Oval bridge in Camden, north London. Photograph: Zak Hussein/PA (The Guardian)

Call for Chapters

IGI Publishing: Call for Chapters

Proposals Submission Deadline: 7/15/2009
Full Chapters Due: 9/15/2009

ICTs for Mobile and Ubiquitous Urban Infrastructures:
Surveillance, Locative Media and Global Networks

A book edited by Dr. Rodrigo Firmino, Dr. Fabio Duarte and Dr. Clovis Ultramari
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) , Curitiba, Brazil

INTRODUCTION
The world is completely urban. This phenomenon is only possible once space is intertwined with information and communication technologies (ICTs), which challenge the scale of space, the boundaries of political and economic territories, and how social groups appropriate parts of the world to turn them into their places.

New ubiquitous and mobile technological urban infrastructures, essentially supported by ICTs, are the basis of these challenges to the understanding and appropriation of space, territories and places. At the core of this book, there is the wish to complement other studies and publications currently emerging that address the dilemmas associated with physical and electronic urban spaces where the notions of space, territory and places are at the edge of their conceptual definition and on the way they are experienced, but specifically focusing on surveillance studies, mobile and locative media, and global networks.

OBJECTIVE OF THE BOOK
This book intends to investigate how this shift to a completely urban global world woven together by ubiquitous and mobile ICTs changes the ontological meaning of space, and how the use of these technologies challenges the social and political construction of territories and the cultural appropriation of places.

Our approach to this conceptual debate will focus on ICTs and new urban infrastructures. Three types of technologies represent the core of the discussions presented in the book, both through theoretical approaches and analytical descriptions of case studies: surveillance artifacts; mobile and locative media; and the global networks of signs, values and ideologies.

TOPICS
ICTs have a quick obsolescence. Nevertheless, their social and historical construction and implications to our way of life change the concepts and experiences of urban spaces. In this sense, to focus on the influence of an emerging global urban infrastructure based on ICTs could enlighten and bring some ideas about the paradigmatic challenges upon space, the boundaries of political and economic territories, and how social groups appropriate parts of the world to turn them into their places. Important: Please note that there will be a reference-chapter for each of the three parts of the book (please see below), written by scholars renowned by their expertise in the three main themes. Authors are asked to consider these papers as the foundations for each part. We are currently in the process of receiving these three commissioned reference articles, which will be available before notification of acceptance. Meanwhile, we ask authors to consider the preliminary references listed bellow, which are previous publications by the three invited scholars. We welcome contributions that can seat nicely in the variety of issues which form the three main parts below. Contributors are invited to submit proposals for chapters that approach mainly one of the subjects below, indicating the part of the book it would preferably fit in.

Part I – Surveillance: the intention here is to discuss the technological and social implications of such instruments that permeate our daily life, and which permit, for those who control it, a hypothetical total control of the space.

– Preliminary reference:
LYON, D. (2004). “Surveillance Technologies: Trends and Social Implications” in Barrie Stevens (ed.) The Security Economy, Paris, OECD. Available at: http://www.oecd.org/dataoecd/14/17/16692437.pdf.

Part II – Mobile and Locative Media: chapters here are expected to discuss the technological and social implications of such instruments that give us the freedom of spatial mobility and the possibility of creating and recreating places.

– Preliminary reference:
LEMOS, A. (2008). Mobile Communication and new sense of places: a critique of spatialization in cyberculture. Galáxia (PUCSP), v. 16, pp. 91-108. Available at: http://www.andrelemos.info/artigos/mobilecommunication_galaxia.pdf.

Part III – Global Networks: the focus here is global networks of signs, values and ideologies, which break down the social and political boundaries of territories. The challenge in this part is to discuss both the roles of the global flows of information, social and cultural values, and the infrastructures which have been built as a global technological network.

– Preliminary reference:
TAYLOR, P. (2008). World Cities in Globalization. GaWC Research Bulletin 263. 28th April 2008. Available at: http://www.lboro.ac.uk/gawc/rb/rb263.html.

SUBMISSION PROCEDURE
Researchers are invited to submit on or before July 15, 2009, a 2-3 page chapter proposal clearly explaining the mission and concerns of his or her proposed chapter. Authors of accepted proposals will be notified by July 30, 2009 about the status of their proposals and sent chapter guidelines. Full chapters are expected to be submitted by September 15, 2009. All submitted chapters will be reviewed on a double-blind review basis. Contributors may also be requested to serve as reviewers for this project.

PUBLISHER
This book is scheduled to be published by IGI Global (formerly Idea Group Inc.), publisher of the “Information Science Reference” (formerly Idea Group Reference), “Medical Information Science Reference” and “IGI Publishing” imprints. For additional information regarding the publisher, please visit www.igi-global.com. This publication is anticipated to be released in 2010.

IMPORTANT DATES
July 15, 2009: Proposal Submission Deadline
July 30th, 2009: Notification of Acceptance
September 15, 2009: Full Chapter Submission
January 15, 2010: Review Results Returned
March 15, 2010: Final Chapter Submission

Inquiries and submissions can be forwarded electronically (Word document) or by mail to:

Dr. Rodrigo Firmino
Postgraduate Program in Urban Management – www.pucpr.br/ppgtu
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) – www.pucpr.br
E-mail: rodrigo.firmino@pucpr.br

Buraco e Mobilização

Buraco e Mobilização

Retomando o post sobre o mapa colaborativo dos buracos em Fortaleza, alunos da disciplina Mídia Locativa trazem mais informações:

“Prefeitura de Fortaleza decreta operação tapa-buracos após mobilização

Através do twitter do Alexandre Inagaki, vi que a prefeitura de Fortaleza decretou uma operação tapa-buracos em caráter emergencial. Tudo isso após ser pressionada através de uma mobilização iniciada no Twitter, com a hashtag #buracosfortaleza. Conforme postagem no blog do professor André Lemos, os manifestantes ainda convidavam as pessoas a colaborar com um mapa hospedado no Google Maps, que indicava os pontos da cidade em que havia buracos.

Contudo, as ações governamentais só aconteceram após as mídias massivas terem feito o intermédio das informações dos “twitteiros” e blogueiros, que circulavam nas redes sociais, e o seu público. Notícias publicadas em jornais de grande circulação estadual, como O Povo e o Diário do Nordeste (este com um blog especializado em cibercultura), além da maior emissora de televisão do Ceará, a TV Verdes Mares, foram importantes na difusão das informações sobre os buracos.”

Mais infos no link direto ao post…

CARNET DE NOTES

Scriptorium

Caríssimos(as), a partir de hoje, até fim de fevereiro, passarei pouco por aqui e os posts vão diminuir nesse período. Vou me desconectar para finalizar livros pendentes. Estarei de férias, fechado no meu scriptorium, escrevendo sobre Ciberdemocracia (com Pierre Lévy), sobre Mídias Locativas (pesquisa atual) e sobre experiências pessoais no Canadá (entre 2007 e 2008).

Black is Beautiful

Black is Beautiful

Está online o último número da 404nOtF0und com um ensaio “Black is Beautiful: O domínio do preto no figurino do novo cinema de ação“, de Fabio Fernandes. Resumo:

“Trinity, de Matrix, e Selene, de Underworld: mocinhas-bad-girls que se vestem de preto e subvertem códigos no cinema de ação atual. Este paper pretende demonstrar que dos anos 1990 para cá o papel do homem como protagonista do filme de ação não é mais tão importante, e o código de vestir também mudou: vestir preto é cool, e não mais um símbolo do mal.”

Lei Azeredo

Lei Azeredo


Flash Mob na Paulista contra o Projeto na semana passada.

Bom artigo de Maurício Tuffani no Observatório da Imprensa (reproduzido do blog Laudas Críticas com o título “Muito barulho e pouca informação contra a ‘Lei Azeredo'”), clamando por mais esclarecimento e mobilização contra o Projeto de Lei 84/1999 do senador Azeredo. Aconselho a leitura completa do texto.

Há esforços sendo feitos nesse sentido e, além dos blogs, há uma lista “ciberativismo” que está atenta e tentando mobilizar e esclarecer. Vários participantes estão se mobilizando, seja no espaço público, em seus círculos de amigos e familiares, seja em blogs, twitter, orkut e outras ferramentas do importantes do ciberespaço brasileiro. Há também ações junto aos parlamentares. Mas é preciso muito mais, e rápido, já que o projeto está para ser aprovado na Câmara. O argumento do texto está correto, mas temos que reconhecer que sem esse “barulho”, nenhuma modificação (algumas já aceitas) teria sido feita ao substitutivo. E muita informação boa foi publicizada para esclarecer o público geral. Sempre é pouco em um país como o Brasil. Mas temos que reconher a ação dos ciberativistas brasilieros e pedir, sempre, mais informação, mais mobilização, mais ação.


Flash Mob na Paulista contra o Projeto na semana passada.

Tirei as fotos durante o evento. Abaixo trecho inicial do artigo:

“Falta um esforço maior de conscientização por parte de muitos internautas na mobilização contra o Projeto de Lei 84/1999, destinado a combater crimes praticados pela internet, mas que possui dispositivos extremamente preocupantes em relação ao direito de expressão assegurado pela Constituição Federal. Muitos dos blogs e sites envolvidos nessa campanha de ciberativismo limitam-se a repetir o que terceiros dizem, sem dar referências das informações que veiculam. Muito se fala desse projeto de lei, mas poucos são aqueles que transcrevem os seus pontos polêmicos ou que fornecem links para onde estão as informações primárias sobre o assunto e análises acerca da questão. (…)”

Art.Mov and CYSMN

Art.Mov and CYSMN

Viajo amanhã para participar do Art.Mov, festival de arte em mídias móveis com a curadoria de Lucas Bambozzi, Marcus Bastos e Rodrigo Minelli. Vou falar em uma mesa sobre “Realidades Mistas” no domingo a noite com Ju Row Farr (BlastTheory), Laura Beloff (Finlândia) e Martha Carrer (São Paulo), tendo como mediador o Marcus Bastos (vejam a programação completa aqui).

O destaque é o jogo Can You See Me Now? do grupo britânico Blast Theory, que está sendo jogado no bairro de Santa Teresa em Belo Horizonte. O CYSMN é um “mixed-reality game” onde jogadores online deve fugir de “runners” no espaço físico, misturando assim espaço “real” (runners com palms e GPS) e ciberespaço (jogares online). Qualquer um pode experimentar o jogo. Vejam no link acima os horários para participar. Participei do jogo hoje a tarde. Ao entrar me vejo como um avatar em um mapa virtual e tento localizar os runners para fugir deles. Podemos ouvi-los conversando e eles falam conosco quando nos “pegam”. Haverá novas “partidas” amanhã a tarde e sábado pela manhã.

Descrição do jogo:

“Is there someone you’ve not seen for a long time?

Can You See Me Now? is a chase game played online and on the streets.

Players are dropped at random locations into a virtual map of the streets around the Praça Duque de Caxias in Belo Horizonte. Tracked by satellites, Blast Theory’s runners appear online next to your player. Situated in the real city, handheld computers showing the position of online players guide the runners in tracking you down.

Use your arrow keys to flee down the virtual streets, send messages and exchange tactics with other online players. An audio stream from Blast Theory’s walkie talkies lets you eavesdrop on your pursuers: getting lost and out of breath on the real streets.

If a runner gets within 5 metres of you, a sighting photo is taken and your game is over.”